Orientação a objetos em Go

Go não é uma linguagem de programação orientada a objetos. No entanto, algumas de suas features fazem com que seja possível trabalhar com algo muito parecido.

Nesse post vou falar sobre como podemos utilizar essas features para ter alguns comportamentos parecidos com orientação a objetos.

Classe

Go não implemente o conceito de classe como podemos encontrar em outras linguagens. Porém, para suprimir essa necessidade, podemos utilizar as structs ou estruturas.

type Foo struct {}

type bar struct {}

Esse tipo de dado composto nos permite criar campos, que podemos pensar como se fossem atributos. Também é possível adicionar métodos as structs.

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Conhecendo estruturas de dados: Queue (fila)

Depois de ter falado sobre a estrutura de dados Stack (pilha) no último post da série, nada melhor do que dar continuidade a série falando de Queue (fila), sua famosa irmã e amiga nas confusões do.. “É FIFO ou é LIFO?”.

Queue ou fila, é uma estrutura de dados muito similar a Stack (pilha), o que acaba gerando confusão. A diferença básica entre elas é a ordem na qual seus itens são consumidos, pois ao contrário da Stack, a Queue sempre vai consumir os itens na ordem que foram inseridos.

AlgoritmoBig O
EspaçoO(n)
BuscaO(n)
InsertO(1)
DeleteO(1)
time complexity
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Conhecendo estruturas de dados: Stack

Stack ou pilha, é uma das estruturas de dados mais famosas e uma das mais confundidas também, afinal quem nunca falou… “Sei sim, ela é FIFO… não, LIFO… não, calma”

Uma das primeiras vezes que se viu falar sobre pilha na literatura foi em 1946, quando ninguém mais, ninguém menos que Alan M. Turing usou os termos “bury” e “unbury” como uma forma de chamar e retornar valores de sub-rotinas.

No entanto, embora ele descreve-se o processo, a ideia da criação da estrutura de dados com o nome que conhecemos hoje foi proposta somente em 1955 por Klaus Samelson e Friedrich L. Bauer da Universidade Técnica de Munique.

Uma pilha tem um tamanho definido e somente dois métodos, sendo um para adicionar item, normalmente chamado de push, e outro chamado pop para recuperar/remover.

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Entenda a diferença entre concorrência e paralelismo

Na próxima semana vou fazer um post falando sobre go routines, por isso hoje vamos entender o conceito que há por trás dessas crianças.

Embora algumas pessoas usem os dois termos para descrever a mesma coisa, eles com certeza não são. Particularmente, eu sempre dizia que Go executava suas go routines em paralelo, o que faz alusão a serem executadas com paralelismo, o que é uma grande mentira já que que Go é uma linguagem que trabalha com concorrência e não paralelismo.

Mas afinal o que isso quer dizer e qual a diferença?

Concorrência é basicamente a capacidade de lidar com várias coisas de uma só vez, enquanto paralelismo é a capacidade de lidar com várias coisas ao mesmo tempo.

Se você achou que parece ser a mesma coisa, calma… vamos dar um exemplo para tentar deixar mais claro.

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Conhecendo estruturas de dados: Hash table/hash map

Hoje vamos iniciar uma nova série de posts aqui no blog onde vamos conhecer como algumas estruturas de dados funcionam, e para começar, vamos falar da hash table ou hash map.

AlgoritmoMédiaPior cenário
EspaçoO(n)O(n)
BuscaO(1)O(n)
InserçãoO(1)O(n)
ExclusãoO(1)O(n)
hash table big O

Essa estrutura de dados foi inventada em 1953 e consiste basicamente em uma tabela do tipo key/value. Para calcular a key de um determinado registro usamos uma função chamada de hash function ou hash code.

Idealmente essa função irá gerar uma única key para cada objeto que vamos tentar armazenar nessa estrutura de dados.

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