Como utilizar go-chi para rotas e middleware

Durante muito tempo, gorilla/mux era o meu router favorito na hora de escrever APIs. Porém, desde que fiz o post sobre benchmark comparando gorilla/mux e go-chi (link para o post), meu router favorito tem sido o go-chi, pois sua performance é bem superior. E para ajudar, recentemente o projeto do gorilla/mux ficou sem mantenedor. ☹️

Por isso, resolvi fazer esse post para mostrar tudo o que você pode fazer com go-chi.

Para começar, vamos escrever um código muito simples para criar uma rota com o verbo GET.

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Benchmark dos routers http: chi vs gorilla mux

Até pouco tempo atrás eu nunca tinha ouvido falar sobre o go-chi. Foi durante uma reunião de trabalho que o Marcos Filho comentou sobre. Na mesma hora eu já anotei aqui na lista de idéias de posts para o blog para fazer uma comparação entre ele e o gorilla/mux.

Meus testes foram basicamente escrever um simples server http com a rota /{name}. Nesse server utilizei a ferramenta wrk para um teste de carga. Também escrevi um benchmark da própria linguagem para verificar, além de quanta porrada ele aguenta, o quanto de recurso os routers consumem.

Para fica mais simples, vou separar as comparações em três partes, onde nas duas primeiras vou apresentar os resultados individuais e por fim uma conclusão.

Então, para começar, vamos ver os resultados do router mais famoso do mundo Go.

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Implementando uma API com Fiber

Embora eu não tenha dito no post anterior, semana passada iniciamos uma nova série aqui no blog onde vamos implementar uma API bem simples em alguns frameworks web.

Dando continuidade a essa série, hoje vamos implementar uma API utilizando o Fiber, um framework inspirado no Express do Node e que trabalha com Fasthttp ao invés do net/http.

Como podemos ver no gráfico abaixo, uma de suas características mais marcantes é a performance.

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Implementando uma API com gorilla/mux

Sem dúvidas um dos routers mais famosos e utilizados no mundo Golang, hoje vamos ver como implementar uma API utilizando gorilla/mux.

Para quem não conhecer, gorilla/mux ajuda na hora de fazer o match da URL que está sendo chamada com a função que vai tratar aquela URL. Além dessa facilidade, um dos principais benefícios de se utilizar gorilla/mux é que ele implementa a interface http.Handler nativa do Go.

Sem mais delongas, vamos começar implementar nossa API instalando o gorilla/mux.

$ go get -u github.com/gorilla/mux
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Como testar APIs e integrações localmente

Muitas vezes quando estamos desenvolvendo uma nova aplicação ou integrando uma aplicação existente à um outro sistema, precisamos testar um endpoint nosso recebendo uma requisição externa.

A forma mais comum para testar esse endpoint é subindo o sistema para um ambiente de desenvolvimento. No entanto, subir a aplicação para um servidor a cada mudança, além de dar muito trabalho, rouba muito tempo do nosso dia de trabalho.

Por isso, no post de hoje vou mostrar como podemos testar chamadas externas à uma API que está rodando localmente.

Primeiramente vamos criar um arquivo main.go com uma API simples que retorna um “Olá Mundo!”.

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Criando uma API REST em minutos com pREST

Nesse post vou falar um pouco sobre um dos projetos open source que contribuo, o pREST.

O pREST cria uma api REST expondo as tabelas de um banco postgres de forma rápida, fácil e com uma boa performance.

Embora essa prática pareça um pouco estranha e insegura, para alguns casos ela serve muito bem. Um exemplo seria um serviço interno para sua intranet ou como um micro serviço de CRUD.

Só para deixar bem claro, quando digo que parece insegura, não é que o pREST não trate questões como SQL Injection, mas sim o fato de expor todo um banco e suas tabelas de forma nua e crua.

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