Frameworks para teste ou package padrão?

Sem sombra de dúvida, frameworks sempre ajudam a acelerar o nosso trabalho. Eles implementam uma porção de funcionalidades que reduzem a quantidade de código que nós temos que escrever, o que nos traz produtividade.

Mas e quando o assunto são testes, será que esse ganho em produtividade compensa o risco?

Eu particularmente nunca utilizei um framework de testes em nenhum dos projetos GO que já desenvolvi. Parte disso pelo fato de eu ter começado a programar em Go em 2012, “quando isso aqui era tudo mato”.

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Quando utilizar Goroutines?

Uma dúvida que assombra a maioria dos desenvolvedores Go, e não exclusivamente iniciantes, é sobre quando utilizar goroutines.

Nesse post vou dar algumas dicas para ajudar na análise e tomada de decisão na hora de adotar ou não a utilização de goroutines em seu projeto.

Antes de mais nada, assim como qualquer coisa relacionada a tecnologia, nem todo projeto faz sentido utilizar goroutines. Você pode até pensar, “meu sistema está lento. Já sei, vou usar goroutines para resolver.”, gastar muito tempo, já que SÓ colocar um go antes da chamada da função pode não ser o suficiente, e no final não ver melhora nenhuma ou até mesmo notar uma piora no desempenho.

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O que é e como usar a nova constraint comparable

Desde a versão 1.18 do Golang, uma nova constraint está disponível para nos ajudar no dia a dia de trabalho.

Nesse post vamos explorar essa constraint para entender o que ela é e onde podemos utiliza-lá.

De forma bem simples, a constraint comparable é uma interface para todos os tipos onde podemos utilizar == ou != para compará-los, ou seja, podemos utilizá-la para ints, floats, booleans, strings, ponteiros, channels, structs onde todos os campos são comparáveis e arrays de tipos comparáveis.

Abaixo você pode ver um pequeno exemplo de sua utilização em uma função com generics.

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Como colocar rótulo em looping

Não sei vocês, mas a primeira vez que “ouvi” falar dessa feature foi há algumas semanas atrás. Mais uma vez, não foi em nenhum blog post ou vídeo do youtube que ví a utilização dessa feature, mas sim no código fonte da linguagem.

Com a minha experiência em outras linguagens, sempre que tinha que lidar com um looping dentro de outro, a maneira mais comum de fazer um “break” dos 2 loopings era com uma variável de controle.

Nessa estratégia, o looping interno altera essa variável e faz um break. Com seu valor alterado, o looping externo também faz um “break”.

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Como utilizar generics em structs

A partir da versão 1.18 do Go, FINALMENTE temos o generics disponível para utilização. Em outros posts, que vou deixar aqui em baixo, já abordamos como utilizar generics em funções, como utilizar a contraint comparable e fizemos um pequeno benchmark para ver a diferença com funções comuns.

Essa semana enquanto fuçava no código fonte do Go, descobri que também podemos utilizar essa maravilha em structs.

Para demonstrar como utiliza-lo, vamos criar uma struct para fazer cache das structs PessoaFisica e PessoaJuridica.

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Fuzzy testing

Adicionado ao Go 1.18, essa nova feature para testes promete ajudar a melhorar muito nosso código, já que com ela conseguimos testar inputs diferentes do que adicionamos em nossos testes, cobrindo assim uma gama muito maior de possibilidades.

Antes de continuar, se você caiu aqui mas prefere ver esse tutorial em vídeo, vou deixar aqui o link para um vídeo do nosso canal no YouTube onde mostramos essa belezinha em ação => Como implementar Fuzzy Test em Go.

Continuando….

Vamos imaginar que temos a seguinte função implementada.

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Fazendo requisições HTTP

É muito comum que um programa precise se comunicar com outro, seja para uma integração com outros sistemas ou microsserviços internos.

Embora em alguns casos essa comunicação possa ser feita com gRPC, o mais comum é que elas sejam feita através de uma API (Application Programming Interface) REST.

Nesse post vamos ver como fazer requisições (GET, POST e etc..) e tratar sua resposta.

GET

Para começar, vamos importar 3 packages.

  • io/ioutil para fazer leitura da resposta;
  • log para logar os erros;
  • net/http para executar a requisição.
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Tudo o que você precisa saber sobre Go 1.18

Já com sua primeira Release Candidate nas ruas, a versão mais aguardada dos últimos tempos está cada vez mais próxima de ser lançada.

Nesse post vou abordar as principais mudanças que essa versão irá trazer.

Any

Na nova versão da linguagem, foi adicionado o novo tipo de dado, o any. Esse tipo nada mais é do que uma alias para interface{}.

Isso não impede ou quebra nenhum código que utilizar interface{}, porém é recomendado mudar para any por questões de leitura.

Se você achar estranho, não se esqueça que o tipo byte é só um alias para uint8.

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